A subida coincide com a recuperação de Bruno, e bastaria ter visto os últimos dois jogos para perceber até que ponto a equipa precisava de um travão, para dar sentido e critério aos sprints de Djalma, Manu, Alonso, Paulo Jorge e companhia. Com Bruno atrás de Marcinho, o Marítimo não se limita a tratar bem a bola: correndo menos, e com mais ordem, corre muito melhor do que antes.
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