Depois, o funcionário seria ‘recolocado’ (uma hipótese ténue) ou passaria a desempregado pleno (com subsídio, claro). Esta inominável violência, que faria as delícias de qualquer trabalhador do privado, foi recusada pelo Tribunal Constitucional.
O que implicou uma nova proposta: o funcionário público terá 40% do salário até à reforma – uma espécie de subsídio de desemprego vitalício – e poderá ainda acumular essa maquia com uns biscates no privado. Não sei o que irá dizer o TC desta nova exibição de violência. Mas sei qual seria a resposta que o dr. Passos merecia se ela fosse dirigida aos funcionários do privado: uma estátua.
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