Os comentadores da esquerda alegre ficaram de rastos com a ‘extração’ de Nicolás Maduro e para minimizar a queda do tirano condenaram o condenável: a facilidade - e a capacidade, eis o drama - com que Donald Trump invadiu um país soberano. Nem quiseram saber que essa ‘soberania’ não provinha da vontade popular, antes do domínio ditatorial de uma clique.
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