Sim e não. A contraofensiva para libertar a Ucrânia tem vários componentes. O principal é o psicológico: convencer os invasores de que vão perder. Sente-se nas disputas Prigozhin-Choigu. Os invasores “perderam a guerra nas suas mentes”, diz Zelensky. Para isso contribui a segunda manobra: moldar a área de combate. Faz-se destruindo os elos-chave da “rede” adversária: depósitos de munições, de combustíveis, de comando, etc. Neste momento a Rússia já não faz o que quer, mas o que pode. A contraofensiva militar virá quando a Ucrânia alcançar liberdade de ação, é tão vital que não pode falhar.
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