Era “suposto trabalhar para nós e não para os russos”. Foi com estas palavras que um deputado americano comentou as conversas, divulgadas pela Bloomberg, entre Witkoff, o amigo de Trump e Ushakov, o conselheiro de Putin. Traidor, demita-se, disseram outros. É que Witkoff, não só indicou ao russo como agradar a Trump, antes da viagem de Zelensky aos EUA (que assim perdeu os misseis Tomahawk), como lhe disse para fazerem uma proposta que, traduzida, deu aparentemente origem ao famigerado plano americano dos 28 pontos.
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