Não lhe bastam as crises atuais. Trump acrescentou mais uma. Quer “comprar” a Gronelândia a bem ou a mal. É difícil entender para quê e até onde vai. Mas, para já, fez um ataque existencial ao Direito, à Europa e à NATO. Do Congresso dos EUA, vários senadores republicanos e democratas criticam-no abertamente. Como eles dizem, nem as ameaças da Rússia e da China no Ártico são tão pronunciadas, nem a segurança americana requer a posse da Gronelândia. Mas nem isso alterou a retórica de Trump.
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Sozinhos, somos uns “vegetarianos” no meio de “carnívoros”.
Aliados europeus e a NATO são irrelevantes para Trump.
Vamos viver um ano cheio de desafios.
A Europa tem de ser mais ágil e mais soberana. Mas o caminho faz-se caminhando, em unidade.
A segurança dos países não se pode improvisar.
Seremos capazes de provar que Trump está errado?
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