Vamos viver um ano cheio de desafios, num mundo que está a ficar irreconhecível. Todas as grandes potências são atualmente revisionistas, agindo ativamente para mudar a ordem mundial a seu gosto, mesmo que seja à custa da lei internacional. Quem diria que os EUA poderiam considerar as democracias liberais como adversárias e apoiar, às claras, partidos radicais europeus que apoiam a Rússia e querem a fragmentação da UE? Ou declararem que a Gronelândia deve ser parte dos EUA?
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