Ainda não acabou a crise da Gronelândia, amainada por um princípio de compromisso proposto pelo Secretário-Geral da Nato, durante a Cimeira de Davos, e aí está mais uma: a crise do Irão. A da Venezuela está a decorrer, mas Trump impulsiona já o cerco a Cuba, que será a próxima. Em negociações lentas, estão os conflitos em Gaza e na Ucrânia. Em nenhuma destas crises Trump procurou concerto com a Europa.
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Em nenhuma crise Trump procurou concerto com a Europa.
Trump procurou mostrar que a força produz resultados.
Sozinhos, somos uns “vegetarianos” no meio de “carnívoros”.
Aliados europeus e a NATO são irrelevantes para Trump.
Vamos viver um ano cheio de desafios.
A Europa tem de ser mais ágil e mais soberana. Mas o caminho faz-se caminhando, em unidade.
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