A estratégia de conquista e preservação do poder pelo Presidente norte-americano constitui uma cartilha seguida fielmente em várias geografias. Nessa estratégia, assume um papel central o discurso securitário ligado a uma política persecutória dos imigrantes, invariavelmente associados à criminalidade (mesmo sem dados que o comprovem), bem como a perseguição e o retrocesso nos direitos de outras minorias, sobretudo étnicas, religiosas ou sexuais. Talvez para disfarçar as incapacidades da governação, onde nada acontece, Governo e PSD adotaram essa agenda radical. A semana que passou foi sintomática. No Governo, com as promessas salivantes de mão dura e menos direitos para os imigrantes. No Parlamento, PSD e Chega juntaram-se na perseguição às pessoas transexuais e na tentativa de controlo político do Tribunal Constitucional ao querem abocanhar os três juízes a eleger pela Assembleia da República. O Tribunal Constitucional tem sido historicamente imune às variações das maiorias parlamentares, mas os macaquinhos de imitação veem que para Trump o controlo do Supremo Tribunal dos Estados Unidos constituiu uma parte fundamental da estratégia política.
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PSD e Chega juntaram-se na tentativa de controlo político do TC
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