Só por distração ou má-fé se pode contestar a escolha do novo titular da pasta da Administração Interna. Um operacional. Que o sucessor na PJ continue o seu excelente trabalho. A nossa polícia criminal é uma instituição de prestígio, em quem os portugueses confiam. Espera-se, também, que a justiça acompanhe a difícil missão que Luís Neves tem pela frente, adequando as leis à realidade. É preciso endurecer as penas para certos crimes. Os dois ministérios têm de andar de mãos dadas. Mas a Administração Interna não se resume às polícias. O mau tempo deixou a nu deficiências graves na reação à tragédia. Aqui, Luís Neves terá de reunir os melhores, os mais competentes, que o ajudem a lidar com a catástrofe. As pessoas não podem ficar ao abandono, como se não existissem, semanas a fio. Desafios de ontem que o novo ministro enfrenta a partir de hoje. As expectativas são altas.
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