Estas eleições presidenciais são históricas por várias razões. Primeiro, há 40 anos que não havia uma segunda volta para eleger o Presidente da República; segundo, André Ventura continua a crescer, aumentando o seu eleitorado – e do Chega – a cada eleição; terceiro, a derrota monumental de Marques Mendes, o candidato do governo (PSD); e, quarto, os resultados miseráveis dos candidatos da extrema-esquerda. Mas a nota mais importante que não pode ser ignorada é o facto de André Ventura se ter tornado o líder da Direita em Portugal. Dia 8 não se vai escolher apenas o Presidente da República. Vamos ver também – e já começámos a ver - pessoas que fizeram a sua vida política a criticar o socialismo e destruição que promove a assumirem que vão votar em Seguro. Isto é falta de escrúpulos, de espinha dorsal e pura hipocrisia. Como é que alguém que se diz de Direita escolhe votar num socialista e não num homem conservador, de Direita e patriota? A escolha é simples: ou o eleitor elege um socialista que tem a mesma escola que Sócrates e Costa ou elege um homem que coloca Portugal acima de tudo e os portugueses acima de todos. Fácil, não é?
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