Por nenhum partido haver alcançado a maioria absoluta nas últimas eleições parlamentares de Espanha, o Rei Felipe VI começou a ouvir os líderes das forças políticas com assento no Parlamento tendo em vista a formação de um novo governo. Respeitando todos os formalismos constitucionais, o soberano convidou para assumir tal missão o líder do partido mais votado, o Partido Popular, de Alberto Feijóo. Ora, Feijóo pode não conseguir a aprovação parlamentar da sua proposta de governo por não dispor de maioria absoluta no Parlamento. Nesse caso, será chamado o segundo partido mais votado, o PSOE, do atual Primeiro-ministro Pedro Sánchez, que tentará constituir uma coligação com a Esquerda Republicana de Catalunha, de Pere Aragonès, e os Juntos pela Catalunha, de Carles Puigdemont. É de notar que neste momento ainda não se sabe qual será a decisão régia, mas tudo dependerá da capacidade de Sánchez de fazer ver aos partidos da esquerda independentista e autonomista que se elevarem a respetiva fasquia a níveis extremos o seu futuro político será prejudicado.
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