O presidente Trump dispõe de uma equipa de colaboradores próximos a quem confia negociações diplomáticas tão diversas quanto difíceis. Usualmente, o sucesso desse tipo de negociações implica longas conversas entre as partes envolvidas e o seu êxito está sempre condicionado pelo grau de confidencialidade que requerem. Dando razão ao aforismo popular segundo o qual “o segredo é a alma do negócio”, só no final desses eventos é que são anunciados os eventuais sucessos e, mais raramente, nem sequer são reveladas medidas decisivas. Ora, recordando Trump a sua qualidade de presidente perpétuo do 'Conselho para a Paz' de que é também autor, é óbvio que nada poderá ser implementado sem a sua aquiescência final.
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