Segundo os relatos dos órgãos de comunicação social, a recente peregrinação de 12 dias do Papa Francisco ao Sudoeste Asiático e ao continente australiano resultou num manifesto caso de sucesso. Saliente-se a apoteótica receção de que foi objeto em Timor-Leste onde insistiu no tema principal de toda esta visita pastoral: os valores da fraternidade e da compaixão. Por outro lado, como representante máximo do Vaticano, Francisco não deixou de uma vez mais exprimir um velho desejo: poder visitar a República Popular da China.
Outras veredas se oferecem agora ao Papa Peregrino: as do sínodo episcopal iniciado em Roma no passado dia 2. Atualmente, um sínodo significa uma reunião de bispos e, eventualmente, de outros convidados especiais que se reúnem para aconselhar o Papa sobre determinadas questões. Ora, a agenda deste sínodo prevê a abordagem de matérias importantes, mas que podem não ser consensuais na Igreja Católica Romana. Não é esta coluna semanal o melhor lugar para debater tais assuntos. Sem embargo, temas como o casamento dos padres, a homossexualidade ou a ordenação de mulheres têm sempre lugar nas preocupações da sociedade civil.
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