A tauromaquia em Portugal está em grande azáfama, mau grado os efeitos perniciosos da Covid 19 que afectou todos os sectores da vida no mundo inteiro. Mas, as gentes dos toiros, procuraram por todas as formas organizar-se para poderem responder positivamente quando a DGS e o IGAC determinarem as condições para que os espectáculos se possam realizar. Não é de um dia para o outro que se organiza um qualquer espectáculo, pois têm se ser levadas em consideração inúmeras circunstâncias, desde a escolha de ganadarias, contrato com artistas, convite a grupos de forcados, além de toda a organização administrativa exigida oficialmente pelas várias entidades como policiamento, rigor na lotação e lugares separados, desinfectante para as mãos,exigência de máscaras, bombeiros, médicos , etc. etc.
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Num contexto de alterações climáticas, temos de estar preparados para novas catástrofes.
Este aproveitamento miserável de uma situação de calamidade pública clama por justiça.
Como sociedade, temos de crescer em conjunto.
Já a Kristin se tinha ido embora e ainda havia – e há – pessoas sem eletricidade.
No país mais pequeno, onde a capital é realmente a capital, as prioridades são outras.
Distração profunda, cegueira ideológica ou simples desconexão?
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