A Europa está em modo de resistência a procurar sobreviver ao duplo choque geopolítico que sofreu em apenas três anos, onde a incerteza se entrelaça com a realidade. E para o qual não se preparou. Muito em especial as suas elites políticas, onde o pensamento estratégico nunca foi a sua prioridade. A Europa reconhece agora (finalmente) que deixou de ser um ator relevante para os interesses políticos dos EUA. E que Rússia não prescinde de projetar os seus objetivos expansionistas no espaço europeu. Arredada das negociações para a paz na Ucrânia pelos EUA e desconsiderada pela Rússia, resta à Europa unir esforços e articular a sua estratégia para o presente e para o futuro próximo. A União Europeia está muito amarrada a práticas e a conceitos burocráticos e pouco dada ao fulgor estratégico e geopolítico da realidade internacional. Os novos tempos são para os europeus muito complexos e a exigir pragmatismo e determinação. Daí a realidade impor-se aos nossos olhos, com a liderança partilhada da França e do Reino Unido nas novas políticas para a segurança e defesa da Europa, aguardando certamente pelo renascer de uma Alemanha desejosa de partilhar este espaço de decisão e poder.
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