Reginaldo Rodrigues de Almeida
Professor universitárioSão verdadeiras naves aquáticas onde impera o carbono como material ultraleve e resistente, tal como nas outras, as espaciais, que percorrem o espaço sideral. Estes barcos, todos na fasquia aproximada dos cinco milhões de euros cada, são verdadeiros laboratórios científicos que dão a volta ao mundo numa competição que testa os tripulantes.
A regata Volvo Ocean Race, a maior do mundo com tripulantes, na edição de 2017, conta com a 2ª etapa em águas portuguesas lá para o final de outubro mas desde já mostra as condições de excelência que Portugal exibe no domínio do turismo de mar, além do surf. Por causa do excelente clima, da centralidade geográfica, o centro de operações do evento está domiciliado na cidade de Lisboa - facilmente identificável no passeio marítimo de Algés - onde trabalham especialistas de muitas nacionalidades. Esta realidade que sirva de exemplo para muitas outras áreas em que, tantas vezes, Portugal parece andar à deriva, perdido, sem rumo.
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