Numa comarca deste país, cumpria uma ordem de penhora do recheio de um pequeno estabelecimento comercial. Ao entrar, perguntei a um homem de cerca de quarenta anos se era o gerente. Confirmou, com um olhar cansado, explicando que fora fiador de um amigo de infância e que não tinha como pagar, de imediato, os seis mil euros em dívida.
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Humanismo e imparcialidade dão sentido à Justiça.
Sinto que o trabalho não é apenas combate, que tem valor social imprescindível.
Sonhamos com uma justiça mais rápida e mais assertiva.
A resposta tem de existir, rápida e proporcional, sem esmagar o futuro.
A justiça, naquele ano, fez-se assim: entre soluções improvisadas, tarefas que não vinham no manual e um trabalho que quase ninguém vê.
Não queria aplausos, apenas reconhecimento pelo que o seu esforço representava.
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