O maior problema que a Comunidade Internacional enfrenta neste momento é o de saber por qual formato de retaliação o governo de Israel vai optar em resposta aos bombardeamentos do Irão no passado dia 13. Esclareça-se, desde já, que "represálias" não se devem confundir com o direito à legítima defesa previsto no art.º 51 da Carta das Nações Unidas, mas é um facto que elas existem e devem ser contidas. Todavia, os apelos à contenção feitos pelas Nações Unidas, pela União Europeia e por outros mais países e organizações internacionais não pareceram impressionar muito o Gabinete de Guerra de Israel, que se mostra determinado. Sendo difícil que as autoridades de Israel ousem tomar qualquer iniciativa sem antes consultar Washington pelos canais diplomáticos, afigura-se que nunca se contentarão com o agravamento das sanções já anunciadas pela Comissão Europeia. Os Estados Unidos, por sua vez, encontram-se bastante condicionados pelas eleições presidenciais de novembro que, obviamente, limitarão qualquer intervenção militar norte-americana a curto prazo. Entretanto, no Kremlin, Putin, bom conhecedor das fraquezas ocidentais, mantém-se atento.
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