Fernanda Cachão
Editora da Correio DomingoVale o que vale, no Dia da Árvore pelo menos ainda se plantam umas quantas. O calendário contemporâneo está mais cheio de boas intenções do que de dias santos. Ontem foi Dia Internacional pela Igualdade Salarial; hoje, tudo igual como habitualmente. A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) notificou, desde fevereiro, mais de milhar e meio de empregadores por terem pago diferentemente, pelo mesmo trabalho, a homens e a mulheres, em empresas com 50 ou mais trabalhadores. Mas esta ação fiscalizadora destapa a ínfima parte de um país por inteiro mal pago, que trabalha maioritariamente em pequenas e médias empresas onde não é necessário mais do que o nono ano de escolaridade. A desigualdade salarial é mais desigual quando não estão em causa funções qualificadas, habitualmente melhor pagas. Basta conduzir pelo país de Maria Lamas para perceber que mesmo que as mulheres já não vistam de escuro, a democracia não resolveu a falta de escola e de expectativas. Mesmo que os supermercados, as autoestradas e a Internet deem a falsa sensação de que todos temos o mesmo, não é verdade. E isto é válido para ambos os géneros.
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