Estas palavras chegam atrasadas. Guardei-as para os dias em que se comemora o 25 de Abril e são, vejam só!, sobre André Ventura e o seu atrevimento em comparar a violência de uma revolução com o terrorismo de Estado de uma Ditadura. Treinado do debate sobre futebol, especialista como poucos na palavra fácil, na manipulação simplista, do trocadilho de bom efeito, tem a ousadia de comparar o incomparável. É especialista em fogo de artifício, coisa que maravilha o povo sedento de pão e sangue. E revela como uma ignorância escondida que arrepia.
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Uma revolução é um tempo breve com vencidos e vencedores.
Governo banqueteia-se com a desgraça alheia e torna-se num outro predador.
Assisto, na caixa de pagamento, a muita gente abandonando compras que necessitavam.
Nem o País, nem o crime passam da cepa torta.
Lamento que os tribunais não tenham valorizado o comportamento do delinquente.
Não há dúvidas. Este país não é para ingénuos.
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