A realidade supera a ficção. Não passaria pela cabeça de qualquer escritor inventar uma história que tivesse como motivo principal um crime de corrupção pelas luzinhas de Natal. O espetáculo feérico que ilumina vilas e cidades durante as quadras festivas convida-nos a entrar num mundo de fantasia, bêbado de luz, a que se associa as ideias de paz, de amor, de fraternidade que subjazem ao espírito natalício. E é descuidado por tão grande encantamento que nem nos passa pela cabeça que se esconda nos intestinos de luz e cor um dos mais pérfidos crimes, a corrupção.
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