Quem assistiu ao debate da moção de confiança, apresentada pelo governo, para lavar de alguma forma a vergonha que sentiu, dou um conselho. Regresse a Eça de Queirós e leia o Conde d’Abranhos. Desta forma, conseguirá superar o mau gosto que viveu ao saber que um escritor português deu um sentido estético à mediocridade vulgar que o parlamento nos ofereceu. O centrão político é herdeiro direto dos parlamentares em que o Eça se inspirou. A vulgaridade, o ardil, o embuste, a assuada gritada, sem respeito pelos eleitores e pelo próprio Parlamento, ressuscita o sangue e a fibra do Conde d’Abranhos e dos seus correligionários. Descemos ao fundo da latrina ao assistir a tão sórdido espetáculo.
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