É dos livros. Quer em Portugal quer em qualquer parte do mundo, uma rusga é um procedimento técnico-tático, imanente à atividade policial. É uma ação que visa aleatoriamente um grupo indiscriminado de pessoas num determinado local. Tem finalidades específicas, captura de indivíduos, de produtos de crimes, de droga, de prostituição, entre muitos crimes. É uma diligência recorrente em áreas onde são sinalizadas atividades criminais. Dito isto, manda o protocolo que todos aqueles que ficam no interior da circunscrição definida para a rusga são identificados, podem eventualmente ser revistados e se não houver interesse policial, mandados em paz. Finalmente, para que não haja riscos para a polícia ou para os inscritos no desenho da rusga, é ordenado que se mantenham de mãos ao alto ou encostadas a uma parede, anulando possíveis ameaças. Foi sempre assim e, enquanto houver rusgas, será sempre assim. Há uma alternativa: acabar com as rusgas para não agredir os olhos sensíveis e virginais dos nossos políticos. E é fácil. A maioria de esquerda que está no parlamento encabeçava a manifestação que suplicava que não os encostassem à parede. Muito bem. Aprovem uma lei que proíba as rusgas. Os polícias agradecem.
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