Saiu rapidamente dos noticiários, escondida na nebulosidade política, a fuga de Carles Puigdemont, contra o qual existe um mandado de captura internacional expedido pelo Estado espanhol. Por aquilo que se sabe, implicaram judicialmente dois Mossos d’Esquadra (polícia catalã) na espetacular evasão. Porém, quem conhece as várias polícias espanholas, a sua capacidade operacional, a sua forma destemida de trabalhar, basta lembrar o desmantelamento da poderosa rede terrorista ETA, para se perceber que o poder político não estava entusiasmado com a captura deste líder, atual aliado de Pedro Sánchez. Não é crível que os serviços secretos espanhóis, com ordens para tanto, não estivessem infiltrados no grupo que organizou a fuga, tal como não é possível de acreditar que foi pedido empenho à Polícia Criminal para intervir.
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