O Direito internacional é um instrumento que se tornou inócuo. Putin há muito que o desprezara, sendo a Ucrânia o mais robusto exemplo. Agora, é entre nós, parceiros da NATO que o Estado mais poderoso anunciou que é Trump que define os limites dos valores consignados em múltiplos acordos, como relevância para a Carta fundadora das Nações Unidas. E surge na arena internacional como o chefe de esquadra que decide sobre o valor da paz e da guerra. Pouco importam os antigos aliados, como se vê no caso da Gronelândia em que afronta um dos países da NATO. Há muito que é perturbante a política deste autocrata. Alguém para quem a relação entre os povos é um negócio. Pela força se for necessário. Na Venezuela, tão aplaudido por vozes europeias, violou as regras básicas do direito internacional para ir prender um ditador. Em nome dos direitos humanos? Não. Em nome do petróleo. O tresloucado presidente aponta a qualquer alvo. Irão, Colômbia, Panamá, México, Canadá, Dinamarca são manifestações de um roteiro onde atua como raposa num galinheiro. Faz dos valores europeus e em que assentou a vida americana, política de gato/sapato. E o que fazemos? Seguimo-lo, medrosos, serviçais, desonrando a identidade e carácter da grande nação europeia.
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Ganhou uma verdadeira tribo de inimigos, a maioria deles raivosos, que farão de cada derrota uma festa.
Trump é, hoje, o expoente máximo dessa amoralidade que clandestinamente usurpou os poderes democráticos do povo.
Não passamos de passarinhos a bailar no vento. Falha tudo.
O tempo das capelinhas terminou. O que é saudável para o trabalho policial.
É esta Direita que André Ventura protagoniza.
E o que fazemos? Seguimo-lo, medrosos, serviçais.
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