Ficámos a saber que vem aí mais uma subida elevada dos combustíveis. Isto quando continuamos sem ter a mínima ideia de quando terminará efetivamente o conflito no Médio Oriente iniciado irresponsavelmente por Donald Trump. Uma vez mais, as questiúnculas do futebol são uma ninharia face à dura realidade do mundo que nos rodeia. Só que isso não pode redundar num fechar de olhos do comportamento irresponsável que os principais dirigentes desportivos vão acumulando. A retórica agressiva de André Villas-Boas e Frederico Varandas é imperdoável, tal como o silêncio cúmplice de Pedro Proença e Reinaldo Teixeira. Mas dos presidentes de Sporting, FC Porto, FPF e Liga, sinceramente, já não espero que tomem a iniciativa de mudar o estado das coisas. Todos eles proferem palavras bonitas, sem passarem ao gesto difícil de tentarem quebrar a roda (com os custos de popularidade que isso acarretaria). O mais alarmante do que se passou após o clássico do andebol é terem existido reuniões com a ministra do Desporto sem nenhum resultado prático. Ninguém parece preocupado que esta agressividade crescente entre dirigentes potencie a violência entre adeptos radicais. Uma desgraça - espero mesmo estar enganado - à espera de acontecer...
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Ninguém se parece preocupar com os perigos da crescente agressividade no desporto.
Da abordagem competitiva a uma prova mais longa à irascibilidade de Trump, tudo é possível.
Excedente de 2058,6 milhões é bom para o País e perigoso para o Governo.
Sonho do título e da Champions dependem muito da eficácia do português.
Alguém tem de colocar ordem no futebol português.
Falta de interesse nas eleições do Sporting é taxativo.
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