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João Moniz

João Moniz

Jornalista

Varandas falha a 'deslaginização' de Rui Borges

02 de maio de 2026 às 00:30

Depois de perder o título na fase final da Liga 2024/25, Rui Costa tomou a decisão de manter Bruno Lage para a época seguinte. Já o havia feito com Roger Schmidt, no fim de 2023/24, só que o alemão tinha a vantagem face ao português de ter sido campeão. Será esse crédito que Frederico Varandas também concede a Rui Borges, ou seja, dá o desconto de uma época falhada a seguir a uma de sucesso. Só que o futebol não é assim tão simples. Borges, apesar do mérito das suas conquistas, não é um treinador consensual ou empolgante. Se essa perceção é injusta é outra conversa, eventualmente para outro dia. O foco desta crónica é que, tal como Lage, Borges corre o risco de acabar a época machucado pela imagem de um objetivo falhado. Experiente, Varandas percebeu esse perigo, que quis mitigar anunciando a renovação do treinador ainda antes de se decidir quem fica no 2.º lugar, com direito a tentar o acesso aos milhões da Champions. Só que a estratégia para 'deslaginizar' Rui Borges, que poderia fazer sentido, caiu por terra quando Varandas questionou, na cerimónia de renovação, o discernimento e capacidade de gestão da equipa do técnico com o qual tem agora contrato por mais duas épocas e outra de opção. 

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