Imagine que é acusado de um crime. O seu advogado “oficioso” pede 48 horas para estudar o processo. O juiz recusa. Como se sentiria?
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Três milhões de mulheres em Portugal vivem isto. A maioria sem proteção.
O racismo exige resposta. A justiça, coragem.
Um botão de pânico não é um acessório - é um direito.
Setecentas e nove mulheres não voltam. Não chegou.
Quem ataca o advogado, ataca o Estado de Direito.
A 24 de fevereiro há novo dérbi. A lei não mudou. Os detidos estão livres.
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