O acaso gera situações que superam a mais colorida das ficções. Na quarta-feira passada o acaso interpelou o legislador português na encruzilhada entre justiça, segurança, liberdade e eficácia. Neste dia, quatro portugueses foram julgados por homicídio. Um assassino em série (na foto) foi condenado em Faro a 25 anos de prisão, pela morte de uma prostituta a quem roubou o dinheiro da safra.
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Quem terá pagado a filmagem e montagem do vídeo? Obviamente, os nossos impostos.
É o mesmo espírito público, o que semeia o caos no SNS e o que imprime boletins de voto.
Os dois corporizam a figura que o saber romano legou à posteridade como ‘bonus pater familiae’.
Perguntemos aos luso-venezuelanos como viram esta intervenção. Com alívio e esperança.
Todas as manipulações são possíveis, quando a memória coletiva é de um peixinho-vermelho
Portugal é o mais brando dos países da União Europeia a punir os crimes graves.
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