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Mafalda Livermore acusa Marcelo e 'ex' do atual companheiro de pressionar Câmara de Lisboa a exonerá-la

Militante do Chega foi exonerada dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa.

19 de março de 2026 às 01:30

Mafalda Livermore, militante do Chega que foi exonerada dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa por alegadamente ter alugado casas sem condições a imigrantes, acusa o ex-Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa e a advogada Rita Garcia Pereira (ex-namorada do seu atual companheiro, Bruno Mascarenhas, vereador da CML) de terem feito pressão junto da autarquia para a sua "imediata exoneração". Ainda assim, negou que tenha sido exonerada, garante que foi ela quem colocou o lugar à disposição de Gonçalo Reis, vice-presidente da Câmara, depois de pressão da autarquia e assegura que o próprio Gonçalo Reis lhe disse que acreditava na sua inocência. As acusações foram feitas esta terça-feira, em entrevista ao Grande Jornal da Noite, da CMTV.

Sobre Rita Garcia Pereira e questionada se estava estava em causa uma "questão passional", Mafalda Livermore sorriu e afirmou: "Os comportamentos das pessoas são da conta delas". Desmentiu as acusações que recaem sobre sobre, afiançou que não cometeu qualquer ilegalidade, garantiu que está a viver "uma situação de perseguição", que foi "obrigada a estar calada" por estar "a remexer em muita coisa" na câmara e garante que deu a cara para recuperar a sua imagem. O CM tentou obter reações de Gonçalo Reis e Marcelo Rebelo de Sousa mas sem sucesso. Já Rita Garcia Pereira afirmou: "Como devem compreender não vou dizer nada". 

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