Por ser o último domingo antes das presidenciais, não pode este espaço furtar-se à derradeira palavra. Há largos meses, aqui se escreveu que seria bom para Portugal ter dois homens ‘normais’ como Marques Mendes e António José Seguro a disputar Belém. Mais à direita ou mais à esquerda, os dois corporizam a figura que o saber romano legou à posteridade como ‘bonus pater familiae’.
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Agora, na ressaca de uma sangrenta Páscoa, Luís Neves tira a BT da manga.
A caminho do terceiro mês após a tempestade, está quase tudo por fazer no apoio aos portugueses.
De cada vez que Trump fala, saem labaredas da sua boquinha de carpa, sem ofensa para as carpas, peixe muito espiritual.
Há em Cavaco um desafio a Montenegro para que avance, sem negócios políticos prévios. A marcar passo
Este Seguro, que o Povo entronizou, em nada se confunde com a gente que, vinda das extremas-esquerdas, capturou o PS.
Não é no atual quadro parlamentar que Seguro irá encontrar o ambiente que deseja ver cultivado.
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