Luís Montenegro declarou guerra à burocracia. Para tal combate, criou mais um ministério, da ‘Reforma do Estado’. Caro Leitor, vamos combinar uma coisa: dentro de exatamente um ano, encontramo-nos neste espaço para fazermos um primeiro balanço das reformas estatais que poderão estar em marcha. Pela parte deste vosso escriba, a aposta vai para um nada absoluto. Nada terá mudado na administração pública, nos seus funcionários, institutos, nas suas intrincadas regras, sádicos emaranhados legais onde ficam aprisionados muitos dos projetos, dos sonhos, de empresas e cidadãos. Projetos que se esvaem por obstáculos vários, ainda antes de nascerem. Dentro de um ano faremos o balanço desta tonitruante intenção de um primeiro-ministro pintado de fresco.
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