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Octávio Ribeiro

Octávio Ribeiro

Pobres espanhóis e alemães

30 de outubro de 2016 às 01:48

Ver a votação das cortes espanholas, ontem ao fim da tarde, deveria reconciliar qualquer português com o seu património histórico e até com o seu parlamento atual.

Os discursos – plenos de conteúdo – dos independentistas catalães e bascos, com especial destaque para um tal Gabriel Rufián, membro desassombrado da esquerda independentista catalã, deviam reconciliar-nos a todos com a nossa História. No final, Rajoy venceu, como se esperava. Mas tudo parece efémero, aqui ao lado.

Abençoados acasos que nos unem, portugueses, de Bragança a Porto Santo, como mais velha Nação da Europa, com fronteiras estáveis, língua e cultura comuns.

E alguém ajude o senhor Schäuble a atravessar a rua dos preconceitos dos líderes da Europa Central. Sim, temos sol. Sim, somos uma síntese complexa mas cheia de memória fixada. Assumida coletivamente.

Sim, estamos sempre abertos ao novo, ao diferente. E quanto vale essa união acima das conjunturas? A inveja está para a vida social, como a avareza para a vida económica.

Nem aquele defeito pessoal, nem esta patologia social são fontes passíveis de multiplicação de riqueza.

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