Luís Tomé
Professor Catedrático de Relações InternacionaisDia 20 de dezembro celebra-se o 25.º Aniversário de Macau como Região Administrativa Especial (RAE) da RPChina, com a presença de Xi Jinping, Presidente Chinês e Secretário-Geral do Partido Comunista da China, que salientará as virtudes do princípio ‘Um País, Dois Sistemas’ que Pequim, à semelhança de Macau, desde 1999, e de Hong Kong, desde 1997, também quer aplicar a Taiwan. Mas Macau é um caso singular: o território não foi conquistado à força, ao contrário de Hong Kong; nem resultou da guerra civil chinesa, ao contrário de Taiwan; e o “retorno de Macau à Pátria” não decorreu de uma invasão militar, ao contrário da ‘Índia Portuguesa’ e do que Pequim ameaça fazer em relação a Taiwan. Enquanto RAE da RPChina, Macau afirmou-se como metrópole mundial da indústria de lazer, foi incluída no Projeto da Grande Baía de Guangdong-Hong Kong–Macau e na Zona de Cooperação Aprofundada da ilha de Hengqin, e tornou-se sede do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (ou ‘Fórum Macau’). A RAEMacau é o que Pequim quer que seja, aproveitando habilmente o legado e a singularidade ligados a Portugal.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Trump ainda não conseguiu explicar porquê nem o objetivo da guerra.
Irão optou por retaliar com tudo o que tem durante o tempo que puder.
A Rússia não conseguiu vergar a Ucrânia nem derrubar o Presidente Zelensky
Mais do que palavras, a resposta europeia exige reformas.
EUA e Rússia possuem em conjunto mais de 90% das armas nucleares
Esta situação é similar ao que já vimos em junho passado.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos