Na luta contra a Covid-19, Portugal está a passar do 8 para o 88. Ora, voltar para trás é um suicídio inaceitável.
Por isso, é exigível rigor e músculo. Costa não pode agora ser vítima da sua excessiva tolerância cívica. Entre o Estado de Emergência, que suspende a vida, e a impunidade de festas ilegais ou a falta de controlo de quem chega ao aeroporto, deve haver um ponto de equilíbrio. Sentido de Estado.
Sem razão bastante, além da impreparação do SNS para enfrentar qualquer grande onda de gripe, e da falta de material de prevenção, o País fechou-se em casa. Com a quebra do consumo, destruiu-se o equilíbrio de muitos milhares de famílias. Como o medo continua a tolher largas camadas da população, muito mais gente vai ainda cair nas garras da desesperança.
Agora, enquanto a economia se abre, tímida, à produção e ao consumo, nem as autoridades sanitárias nem as forças policiais dispõem de meios para impor o bom senso necessário à segurança coletiva.
Festas ilegais, desleixo nos transportes, restauração ou comércio têm de ser punidos exemplarmente. Ou só sabemos cuidar-nos em Estado de Emergência?
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