Da caixa de Viagra de Rui Rocha, às cuecas de Ventura, passando pelas manipulações de factos familiares da angélica Mortágua, esta campanha eleitoral atinge o mesmo baixo nível dos reality shows triunfantes nas audiências televisivas. Talvez tenhamos os líderes políticos que merecemos. Pobre Portugal.
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Este Seguro, que o Povo entronizou, em nada se confunde com a gente que, vinda das extremas-esquerdas, capturou o PS.
Não é no atual quadro parlamentar que Seguro irá encontrar o ambiente que deseja ver cultivado.
Desta vez, Trump e Netanyahu têm razão – o Mundo fica melhor sem o regime dos ayatollahs.
É cega e sanguinária a matilha digital que se levantou contra o miúdo argentino.
É sobre a Justiça que António José Seguro poderá agir mais diretamente.
Com esta gente ao comando, o Povo pode passar de assustado a revoltado.
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