O poder das palavras cresceu abissalmente desde que a esmagadora maioria da população não pode viver sem recorrer à palavra escrita, seja o trabalhador manual a a lidar com os clientes pelo correio electrónico, sejam os trabalhadores do gigantesco sector terciário (os escritórios, etc. representam 73% da população activa), sejamos todos nos media e nas redes sociais. A palavra tornou-se estruturante do pensamento e poderá até obliterar a presença das acções no subconsciente ou mesmo no inconsciente. Exemplifico esta nova realidade: qualquer parvoíce ou insulto do presidente dos EUA torna-se tema sensacional nos media, enquanto ignoramos quase por completo o que sucedeu nos cerca de 15 mil — quinze mil! — alvos iranianos atacados desde meados de Março, segundo o Pentágono. Que importância têm cerca de 500 alvos atacados no Irão por dia quando comparados com uma publicação louca de Trump na sua rede social ou palavras suas contraditórias com anteriores? Nenhuma. Muitos media mundiais, em especial os televisivos, fizeram uma contagem decrescente quando Trump fez a ameaça de destruir o Irão numa noite! Não só era irrealizável, como se entendia ser a sua habitual bazófia. Mas os media amam o homem que dizem odiar, Trump, porque ele é mestre em mantê-los efervescentes e ocupados a noticiar o pouco ou nada e a comentar o zero absoluto durante horas.
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Os media amam o homem que dizem odiar, Trump, porque ele é mestre em mantê-los efervescentes.
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