O presidente da Câmara de Leira está cansado, o que é natural. Olhar para Leiria é de partir o coração. Só assim se compreende a crítica, em linguagem imprópria, dirigida ao “carrossel” de políticos na cidade, “como se fosse um jardim zoológico”. Está perdoado. Mas está enganado. No que às presidenciais diz respeito, quis a Natureza que a tempestade servisse de exame final aos candidatos. É fundamental saber o que esperar do futuro chefe de Estado perante situações dramáticas. E permite, até, comparar com o Presidente ainda em funções, que também andou pela cidade Lis. O que temos visto, até agora, de Seguro e Ventura, são duas formas completamente distintas de olhar e enfrentar o drama, o horror e a tragédia. Cabe ao eleitor avaliar este comportamento e decidir nas urnas qual deles está mais capacitado para responder a desafios desta dimensão.
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