Em 4 de abril de 1949, doze países, entre os quais Portugal, reuniram-se para assinar o Tratado do Atlântico Norte que marcou o início da aliança militar mais bem-sucedida do mundo. Foi o expansionismo soviético, a seguir à 2.ª Guerra Mundial, que levou os países a juntarem-se para garantirem a sua defesa. Isoladamente, cada um deles era demasiado pequeno perante a União Soviética, mas, coletivamente, podiam resistir-lhe. A NATO salvaguardou a sobrevivência de todos, sem guerra, na Europa. Por isso é que os países se lhe foram juntando. Com a Finlândia e a Suécia, a NATO passou a ter 32 Membros e a ser um símbolo de eficácia. A comemoração dos 75 anos de aniversário vai ser realizada numa Cimeira em Washington, num contexto em que a história se repete. O tema central vai ser o de garantir a defesa europeia perante uma Rússia expansionista que invadiu a Ucrânia e quer reganhar as “terras históricas” que já foram do império russo. A paz na Europa passa, pois, por parar este ímpeto invasor da Rússia. Os aliados têm de decidir como garantir que a Ucrânia disponha das capacidades para os expulsar do seu Território. Só isso fará a Rússia parar.
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