Quando um gigante morre, sentimo-nos ainda mais pequeninos. António Lobo Antunes (1942-2026) chegou a dizer que a ideia de morte o aborrecia. Ela apanhou-o agora, aos 83 anos, deixando para a posteridade uma obra maior do que a vida, para quem a escrita era uma dádiva e uma maldição - escrevia, refém da mão imperiosa.
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