Agora escolha... para Belém
André Ventura e António José Seguro são como azeite e água, opostos como dia e noite.
André Ventura e António José Seguro são como azeite e água, opostos como dia e noite.
Estas eleições significam novo ciclo em que não há candidato “natural”, dado, à partida, como vencedor.
A ministra está blindada, à prova de falhas que se traduzem em mortes.
Novos ataques assolaram Kiev e esbateram ainda mais as ideias de paz.
“Apagão” é boa metáfora para a dificuldade na hora de exigir respostas.
Candidatos apregoam estabilidade mas com mexidas de alto a baixo.
Conceição traz um botão de pânico no pulso, como se fosse um relógio.
Procurar insultar e insinuar não dá bom resultado. O tom também é política.
A Inteligência Artificial é uma ferramenta útil, mas precisa de escrutínio e da definição de limites claros.
Há um filme nos cinemas que parece refletir o ar dos tempos.
Trump tem uma relação tormentosa com a liberdade de expressão.
No elevador da Glória, muito se tem falado de culpa, a tal que gosta de morrer solteira.
Fogo mostrará se as medidas ficam ou não queimadas no papel.
Os acidentes são, a par dos fogos, um triste fado de todos os verões
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