Ano novo, saúde velha: o que se passou na última semana mostra que nada mudou, só se agravou. As três mortes por atrasos do INEM são de bradar aos céus. O primeiro caso do idoso que esperou três horas e morreu, no Seixal, é terceiro-mundista; o segundo, o de uma mulher que perdeu a vida depois de ser assistida pelos bombeiros de Carcavelos (!), em Sesimbra, atesta que a falta de ambulâncias é gritante; o terceiro, o de um homem de 68 anos que não resistiu, em Tavira, comprova que nem os casos mais urgentes estão imunes à desorganização.
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