Em 3 de Outubro de 1990, o então Secretário-Geral do PSD, Falcão e Cunha, anunciava, em nome do partido, o apoio à recandidatura do Presidente da República Mário Soares. Cavaco Silva era líder do PSD e primeiro-ministro. Quatro anos antes, alguns militantes do PSD eram sancionados disciplinarmente por terem declarado apoio a Mário Soares. Incompreensível? Não. Em 1986, Cavaco Silva e a AD queriam eleger Freitas do Amaral. Como se sabe, foi por pouco que não venceu na segunda volta. Se era essa a posição dos órgãos estatutariamente competentes, era natural que a sua liderança e os seus dirigentes procurassem que os militantes apoiassem essa orientação. A outros já aconteceu algo de mais complexo: terem dois vultos como Mário Soares e Manuel Alegre a serem ambos candidatos. Nesse caso, em 2005, foi grande a divisão dos militantes do Partido Socialista.
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