Há duas semanas escrevi sobre o que podia significar e implicar o voto em António José Seguro, tendo em conta, nomeadamente, a natureza do nosso sistema de governo e a história do seu funcionamento. Fi-lo a propósito, até, da vaga de anúncios de voto em Seguro por parte de figuras conhecidas da política portuguesa, do CDS/PP ao Bloco de Esquerda. Afirmei, na ocasião, que escreveria sobre o significado e as implicações de um voto em André Ventura. É o que faço de seguida.
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Ficará mais claro o quadro em que se desenrolaram muitos acontecimentos no PPD/PSD e que levaram ao que recentemente foi chamado de birra.
Não pensem nas confrontações políticas do costume. Há muita gente que ficou sem nada.
Há muitos eleitores que estão saturados da Política como ela está, que preferem uma mudança profunda ou mesmo uma rutura.
A Figueira da Foz, e obviamente ainda mais toda essa Região, dispõe de uma importante malha industrial
Os grandes democratas e antifascistas de gabarito só valorizam o “perigo” que André Ventura poderá representar.
Estas eleições significam novo ciclo em que não há candidato “natural”, dado, à partida, como vencedor.
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