Por volta de 1977, a falar com Marcelo e com Durão Barroso, à porta da Faculdade de Direito, sobre o regresso de professores que tinham sido saneados; em 1978/79, a trabalhar com Francisco Sá Carneiro na revisão constitucional para a qual o então Presidente do PPD/PSD tinha solicitado um projeto a Marcelo e a Margarida Salema; por alturas de Maio de 1980, a almoçar com Marcelo (sobre as alterações que eu estava a fazer no projeto de revisão constitucional), no restaurante Pabe, vindo da Gomes Teixeira, com o primeiro- ministro, no seu carro oficial, que me deixou no semáforo da Álvares Cabral com a Rua de São Bento e o Largo do Rato. Em 1982, sendo convidado por Francisco Pinto Balsemão para substituir Marcelo como Secretário de Estado da Presidência, porque o próprio passava a Ministro dos Assuntos Parlamentares (estava na sala ao lado do gabinete do primeiro-ministro). Em 1983, fundámos os dois, com José Miguel Júdice e Conceição Monteiro, a Nova Esperança, movimento político no seio do PPD/PSD para nos opormos ao Governo de Bloco Central, entre o PS e o PSD. Em 1996, tivemos uma acesa confrontação no Congresso de Santa Maria da Feira, o que me levou a sair da Presidência do Sporting. Em 1997, desafiou-me publicamente a ser candidato a uma autarquia, processo que terminou comigo a Presidente da Câmara da Figueira da Foz (onde estou a escrever este texto). E por aí fora. Em 2004, não me atendeu o telefone quando lhe liguei, como novo Presidente do PSD e primeiro-ministro indigitado, como fiz com os outros antecessores vivos (Cavaco Silva também não atendeu). No mesmo ano, deu grandes contributos, como Cavaco Silva, para a queda do meu Governo. Viriam os dois a ser Presidentes da República. Entre 2004 e agora, muito, de diferentes modos, continuou a acontecer. Nomeadamente, nos seus anos em que estive como Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
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