Muito se fala sobre o caso da diretora de uma creche em Braga que está acusada de tráfico de droga e que usava as instalações para esconder “grandes quantidades de cocaína”. Se formos a ver bem, este (e, talvez, uma padaria...) é o sítio perfeito para guardar o produto, porque ninguém vai desconfiar de frascos e frascos de pó de talco numa creche. Se alguém perguntar pode sempre dizer que aproveitou uma promoção. Isso e que o estabelecimento é especializado em crianças hiperativas... A verdade é que traficar drogas requer imaginação, pelo que qualquer cartel que se preze deve apostar num departamento de logística criativa. E, mesmo assim, nada é garantido. Que o digam as duas irlandesas detidas no Peru com 12 quilos de cocaína escondida em pacotes de aveia Quaker. Era ‘fibra’ a mais para passar despercebida. Ou do traficante que chegou a Madrid com cocaína nos boxers. A vultuosidade do pacote acabou por denunciá-lo, ficando sem droga, sem liberdade... e sem ego. Também em Espanha, uma idosa de 92 anos numa cadeira de rodas trazia quatro quilos coca na roupa e um casal português foi detido com 1,2 quilos nas perucas. A sério, estas pessoas deviam ter a pena reduzida pela criatividade... e por dispensar o recurso a laxantes.
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Um cartel deve apostar num departamento de logística criativa.
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