Ricardo Rio

Economista

Pelas Famílias

18 de agosto de 2016 às 00:30
Partilhar

As políticas para a Família não têm sido merecedoras de tutela de pelouros específicos, quer a nível governativo, quer a nível das autarquias locais.

Ainda assim, tem existido um número crescente de autarquias galardoadas com as Bandeiras atribuídas pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis.

Pub

Para tal, muitos destes municípios têm implementado políticas inovadoras, na abrangência dos apoios e benefícios atribuídos, nas áreas temáticas de intervenção e na ambição das mesmas. Já não se trata apenas de dar descontos no acesso a serviços municipais, de reduzir o custo da água ou de oferecer os manuais escolares.

Na educação, saúde, desporto, apoio social, transportes, políticas de gestão de recursos humanos, políticas fiscais e tantas outras, estas autarquias têm sido capazes de marcar a diferença e de criar condições para o combate ao inverno demográfico.

Talvez por isso, no Congresso Europeu da Famílias Numerosas que este fim de semana teve lugar em Riga, se apontasse as autarquias como a base de um Estado e de uma Europa mais amiga das famílias. Em Portugal, base já temos. Para quando um Estado familiarmente responsável?

Pub

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar