Comecemos pela pergunta óbvia: será que é aceitável que num Partido que em determinado momento se encontre no exercício de Governo, algum dos seus membros (especialmente se for dos mais destacados e com anteriores responsabilidades políticas) pode expressar publicamente opiniões críticas às opções de quem protagoniza essa liderança? E que consequências daí devem advir?
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Percebe-se o desconforto de quem lidera.
Cresci com Marcelo como contínuo protagonista no espaço público e mediático.
O futuro pode e deve ser ainda mais auspicioso.
Neste exigente contexto houve responsáveis públicos que se destacaram.
Menor capacidade tecnológica será sempre um handicap para a valorização.
Como sociedade, temos de crescer em conjunto.
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