Certo dia de 1881, o xerife Pat Garrett matou a tiro o foragido Bill The Kid, numa vilória do Novo México. O governo estadual oferecia uma recompensa de 5 mil dólares pela sua captura, vivo ou morto. O rapaz, pistoleiro fora da lei, tornou-se um mito do Velho Oeste. Há uma geração de portugueses que se recorda dos filmes de “cobóis” sobre Bill The Kid e outros bandidos. Na memória, os famosos cartazes do “Procura-se vivo ou morto”. Contas feitas, 5 mil dólares valeriam hoje uns 180 mil euros. Trump é um presidente mãos-largas. Em 2020, começou por oferecer 15 milhões de dólares por informações que levassem à captura de Maduro. Depois, subiu para 25 milhões, até chegar aos 50 milhões. Maduro foi apanhado em casa graças a informações de alguém do seu círculo próximo. Discute-se agora nos EUA quem terá direito a receber os chorudos carcanhóis. Tudo passa por uma avaliação interna do Departamento de Estado e das agências federais envolvidas na operação. Moral da semana: com 50 milhões por fora pode-se caçar um ditador. Derrubar o Ayatollah Khamenei ou Kim Jong-un sairá muito mais caro a Trump. Quanto a apanhar a Gronelândia, as contas são outras.
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